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Sergio Caiazzo


 

Fluminense do Século

 

 

História  |  Títulos  |  Hinos  |  Curiosidades  |  Por que pó-de-arroz?

 

 

O grande time de 1963. Confira.

 

Os tricolores de coração podem se juntar aos 21 ilustres que escolheram o time do século para fazer a festa... Leia a reportagem.

 

O time do século (por ordem de votação)

Castilho, Carlos Alberto Torres, Pinheiro, Edinho, Branco, Didi, Gérson, Rivelino, Telê Santana, Waldo, Paulo César Caju, Paulo Victor, Ricardo Gomes, Altair, Pedro Amorim, Tim, Orlando Pingo de Ouro e Assis.

Outros craques votados

Romeu, Ademir Menezes, Delei, Renato Gaúcho, Romerito, Rodrigues, Flávio, Samarone, Pintinho, Afonsinho, Píndaro, Bigode, Brant, Hércules, Carreiro, Russo, Doval, Marinho, Denílson, Marco Antonio, Jandir, Washington, Roger, Pé-de-Valsa, Marcos Mendonça, Robertinho, Gualter, Haroldo, Pascoal, Guimarães, Bioró, Telesca, Careca e Floriano.

Time de botão

1963

Castilho, Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair; Edmílson e Paulinho; Maurinho, Waldo, Telê e Escurinho.

21 ilustres que escolheram o time do século

 

Chico Buarque de Hollanda, Hugo Carvana, Jô Soares, Dora Vergueiro, Mário Lago, Fágner, João Máximo, Artur Moreira Lima, Zuenir Ventura, Fausto Fawcett, Nelson Motta, Luiz Paulo Conde, Moacir Andrade, Tony Platão, Fernando Carlos, David Fischel, João Luiz de Albuquerque, Ximbica, José Carlos Araújo, Afonso Soares e Nélson Rodrigues Filho.

 

Por que pó-de-arroz?!

 

Em 13 de maio de 1914, num jogo com o Fluminense, que terminou empatado em 1x1, jogou pelo Tricolor, Carlos Alberto Fonseca, um dos dissidentes da crise Americana de 1913. Esse jogador, que por ser mulato, costumava empoar-se para se disfarçar, foi recebido pela torcida do América ao gritos de "pó-de-arroz". Resultado; originado na torcida do América, o apelido generalizou-se, e até hoje é dado, amistosamente, a todos que torcem pelo Fluminense.

 

História

 

O Fluminense Football Club foi fundado no dia 21 de julho de 1902, 8 anos depois que Charles Miller introduziu o futebol no Brasil, na Rua Marquês de Abrantes 51, onde residia Horácio Costa Santos. O Fluminense marcou sua história por ter sido o pioneiro no futebol Carioca. Entre tantas façanhas estão a construção do primeiro estádio no Brasil, em 1919, com capacidade de 8.000 torcedores, e a conquista da Taça Olímpica (único clube sul-americano a possuir este título). Foi também o primeiro time a receber numa partida um presidente da República, sem contar que tem o maior número de títulos do Campeonato Carioca.

No seu primeiro jogo, realizado no dia 19 de outubro de 1902, o Fluminense goleou o Rio Futebol por 8x0, no campo do Paysandu Cricket Club. Os gols foram de Horácio da Costa Santos (3), H. Vasconcelos (2), Felix Frias, Eurico de Moraes e A. Simonsen.

No dia 17 de outubro de 1902, com a aprovação dos estatutos em Assembleia Geral Extraordinária, o clube criou o seu primeiro uniforme: camisa branca e cinza, metade de cada cor, trazendo o escudo no lado esquerdo do peito, calção branco, meias pretas e boné cinza. A primeira camisa tricolor surgiu no dia 15 de junho de 1904: grená, branco e verde, com o escudo no lado esquerdo do peito.

O nome do Clube nasceu sem maiores debates tendo sido a ideia inicial Rio Football Club, mas João Ferreira já havia utilizado o nome na sede do Natação e Regatas.. Então surgiu Fluminense, palavra que na época identificava os nascidos no Estado do Rio de Janeiro e no Distrito Federal, apesar de por lei haver distinção, mas o povo considerava todos fluminenses. Outra versão tem por base o vocábulo "flumem", que significa rio e por analogia se chegou a fluminense.

 

Títulos

 

Campeonato Carioca: 1906, 1907, 1908, 1909, 1911,1917, 1918, 1919, 1924,1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002, 2005, 2012 (31títulos).

Copa Rio: 1952 (1 título).

Taça Guanabara: 1966, 1969, 1971, 1975, 1983, 1985, 1991, 1993 (8 títulos).

Campeonato brasileiro: 1970, 1984, 2010, 2012 (4 títulos).

Torneio Rio de Janeiro: 1990 (1 título).

Torneio Rio-São Paulo: 1957, 1960 (2 títulos).

Torneios no exterior: Taça Kirin, no Japão 1987; Taça Teresa Hererra, na Espanha 1977; Torneio de Seul, na Coréia 1984; Taça Vina del Mar, no Chile 1976; Torneio de Paris, na França 1976 e 1987, além de muitos outros.

 

Hinos

 

Duas composições exaltam o clube, sendo que uma delas é considerada oficial. A oficial tem letra e música de Antonio Cardoso de Menezes Filho. A outra, conhecida como "marcha" tem letra de Lamartine Babo e música de Lirio Panicalli. Há quem pense que a "marcha" é o hino do Fluminense, o que não é verdade.

 

Marcha: Lamartine Babo e Lirio Panicalli

Hino Oficial: Antonio Cardoso de Menezes

 

Sou tricolor de coração

Sou do clube tantas vezes campeão

Fascina pela sua disciplina

O Fluminense me domina

Eu tenho amor ao tricolor

Salve o querido pavilhão

Das três cores que traduzem tradição

A paz, a esperança e o vigor

Unido e forte pelo esporte

Eu sou é tricolor!

 

Vence o Fluminense

Com o verde da esperança

Pois quem espera sempre alcança

Clube que orgulha o Brasil

Retumbante de Glórias

E vitórias mil

 

Vence o Fluminense

Com o sangue do encarnado

Com amor e com vigor

Faz a torcida querida

Vibrar de emoção

O Tricampeão

 

Vence o Fluminense

Usando a figalguia

Branco é paz e harmonia

Brilha com o sol da manhã

Qual luz de um refletor

Salve o tricolor

 

Companheiros de luta e de glória

Na peleja incruenta e de paz

Disputamos no campo a vitória do mais forte

Mais destro e sagaz!

 

Nossas liças de atletas são mansas

Como as querem os tempos de agora

Ressuscitam heróicas lembranças

Dos olímpicos jogos de outrora

 

Não nos cega o furor da batalha

Nem nos fere o rival, se é mais forte!

Nossas bolas são nossa metralhadora

Um bom gol nosso tiro de morte

 

Fluminense avante ao combate

Nosso nome cerquemos de glória

Já se ouve tocar a rebate

Disputemos no campo a vitória

Curiosidades

 

Torcida: aproximadamente 9 milhões, a 3a. maior do Rio e a 7a. maior do Brasil.

Maior público: A decisão do campeonato carioca de 1963, realizada entre Flamengo e Fluminense no dia 15 de dezembro deste mesmo ano, contou com 177.020 pagantes!!! Este foi o maior público a assistir uma partida de futebol entre dois clubes no mundo!!!

 

Viagem na máquina do tempo tricolor

 Jornal do Brasil  22/01/01

 

Os tricolores de coração podem se juntar aos 21 ilustres que escolheram o time do século para fazer a festa. E com muito pó-de-arroz misturado ao grená, verde e branco. Do goleiro ao ponta esquerda, a Máquina, mais bem-acabada do que a montada pelo ex-presidente Francisco Horta nos anos 70, acaba com qualquer coro adversário referindo-se ao Fluminense como "timinho". É de fazer qualquer um esquecer os tempos difíceis de terceira divisão e lembrar dos 28 campeonatos estaduais conquistados. Afinal, os tricolores podem se orgulhar ainda de o Fluminense ser o clube com mais títulos regionais - além do Brasileiro de 84, do Rio-São Paulo de 57 e 60 e da Copa do Rio de 52. E foi com muitos craques que conseguiu um passado e uma camisa respeitados até hoje dentro de campo. Talvez por isso alguns times do Fluminense teoricamente inferiores se superem em decisões. A força da camisa tricolor ajudou a fazer lendas como a do goleiro Castilho (o mais votado), brilhante goleiro dos anos 50. que tinha também a seu favor a sorte. Quando não fazia a defesa milagrosa, a bola batia na trave ou ia para fora. Mas não foi só a "leiteria" o ponto forte do time do século. O que se pode dizer de uma defesa que tem na lateral direita o capita tricampeão do mundo Carlos Alberto Torres, uma zaga com os bravos Pinheiro e Edinho e uma lateral esquerda com a potência dos chutes de canhota do tetra mundial Branco? Aliás, canhotos não faltam na Máquina do tempo tricolor. No meio campo, dois tricampeões em 70 fazem companhia ao mestre da folha-seca, Didi, bi mundial em 58 e 62: Gérson, que realizou o sonho de encerrar a carreira no clube de coração e ainda conquistou o campeonato Carioca de 73; e Rivelino, o garoto do parque que com seus chutes e o drible elástico deu luz à camisa 10, conduzindo a Máquina de Horta ao bi estadual de 75-76. Se a defesa alia a técnica à garra e o meio campo tem puro talento, o ataque não fica atrás. Telê Santana, antes de ser treinador, foi um dos primeiros craques táticos do Futebol brasileiro, funcionando como falso ponte, pela direita. Waldo, certamente não foi o atacante mais técnico, mas o que soube empurrar melhor a bola para o fundo das redes. Fez 314 gols de todo  e é até hoje o maior artilheiro do Fluminense. Pala ponta esquerda, Paulo César, que virou também Caju, deu charme e muita arte à Máquina de 75-76. Combinação perfeita da engrenagem que ainda sustenta na alma tricolor as cores que traduzem a tradição.

 

Ademir e Romeu, outros heróis

A Máquina do século ainda deixou de fora craques como Romeu e Ademir Menezes. "Dê-me Ademir que seremos campeões", pediu em tom profético o técnico Gentil Cardoso. Dito e feito. Ademir foi o melhor no Carioca de 46 e fez o gol do título.

 

Castilho ofuscou Veludo e Batatais

Goleiros sempre foram uma forte tradição do Fluminense. Marcos Mendonça, Robertinho e Paulo Vítor foram até lembrados no time do século. Mas o fenômeno Castilho fez apagarem da memória tricolor nomes como Veludo, Batatais e Félix. Caetano Silva, o Veludo, era reserva de Castilho, mas era tão bom que conseguia espaço para aparecer, até na Seleção Brasileira. Algisto Lorenzato, o Batatais, campeão carioca 5 vezes era considerado o melhor goleiro até o surgimento de Castilho. Mas acabou não recebendo votos no time do século, bem como o tricampeão Félix, campeão 5 vezes e do Robertão em 70. Atacantes como Preguinho, tri-carioca e Welfare, também tri-carioca e terceiro artilheiro do clube, com 163 gols, foram esquecidos mas tiveram muita importância.

 

 

Link para o site oficial do Fluminense
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